Energia, Mundo, Recursos Hídricos

Disponibilidade de Água e Energia e a Economia da China

A disponibilidade de água e energia é fundamental para o desenvolvimento da economia da China. As demandas hídricas para a agricultura e indústria são expressivas. O crescimento do consumo de água para resfriar os equipamentos de geração de energia duplicou na última década. Fonte. World Bank. 2018. “Thirsty Energy: Modeling the Water-Energy Nexus in China.“ World Bank, Washington, DC

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Brasil, Meio Ambiente

Cooperação no Estado do Espirito Santo: Governo/Empresa/Sociedade Civil

Do Estado do Espírito Santo vem uma bela ação de cooperação entre entes do governo estadual, empresa e sociedade civil. O município de Santa Leopoldina foi escolhido para ser um laboratório de ações de proteção de nascentes e replantio de árvores nativas. A região fica na bacia hidrográfica do rio Santa Maria da Vitória. A ação é fruto de um trabalho de parceria do Governo Estadual, da Prefeitura Municipal, do Ministério Público Estadual, do comitê de bacia hidrográfica do rio Santa Maria e da ArcelorMittal. Este é um belo exemplo do espírito da gestão compartilhada e participativa.

Inovação, Mundo

MIT: Prêmio Anual de Inovação no Setor de Recursos Hídricos (2018)

Na noite de hoje presenciei o prêmio anual da inovação no setor de recursos hídricos promovido pelo MIT(Massachusets Institute of Technology), ocorrido na cidade de Cambridge, vizinha à cidade de Boston(EUA). Havia 7 finalistas. O vencedor foi um teste para E. Coli que custa US $ 2,99 e cujo processo dura 1 hora. O segundo colocado foi um processo de capturar água do ar por meio de tecnologia solar, capaz de gerar 10 litros por dia, a um custo de US $ 0,05 por litro. O terceiro colocado foi um sistema de sensores conectados, com alarmes, para monitorar as condições de oxigênio nas fazendas de criação de camarão, cuja taxa de insucesso da fase da larva até o ponto comercial é de 40%.
O evento foi aberto com uma curta apresentação da CEO da XPV Water Partners, que apontou : 1) a introdução dos conceitos da indústria 4.0 no setor de recursos hídricos como as mais promissoras ações para a adoção das inovações em um setor considerado um tanto defasado nas tecnologias e 2) o reúso da água como um imperativo, tanto na escala da residência, como na agricultura e na indústria.

 

 

 

Inovação, Mundo

Minha Visita ao Columbia Water Center

Na manhã de hoje tratei com a colega Laurilene Josset (pesquisadora do Columbia Water Center) sobre a gestão da crise da água no rio São Francisco. Ela estava interessada em conhecer a dinâmica das reuniões coordenadas pela ANA, onde participo assessorando o CBHSF. Na sequência, tive o prazer de encontrar o Diretor do Columbia Water Center, professor Upmanu Lall. Tratamos das crises hídricas, tendo o professor mostrado amplo e atual conhecimento de várias situações de conflito pelo uso da água no Brasil. Como o professor tem estudado longamente a relação do setor de água com a indústria, ofereci-lhe o livro que escrevi (Solução de conflitos pelo uso da água) e mostrei-o a versão e-book em inglês do mesmo. As duas obras foram resultado de cooperação científica com a ArcelorMittal Tubarão. Foi uma manhã muita prazerosa, de muito aprendizado e amplas possibilidades para cooperações com a Columbia University. Para completar o dia, o colega Ketson Roberto mostrou-me o belo Campus da Universidade, além daquela parte da cidade de Nova York.

História, Mundo

A Barragem Aswan no MMA em NYC

Nos anos de 1960, foi construída a barragem Aswan no leito do rio Nilo formando o lago Nasser. A região continha preciosidades da história que ficariam submersas. O Templo Dendur foi removido do local e foi dado de presente pelo Governo do Egito ao Governo dos EUA. Este magnífico templo concluído antes de Cristo hoje impressiona os visitantes do Museum Metropolitan of Art, na cidade de Nova York.

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Nordeste, Recursos Hídricos, Velho Chico

Transporte de Sendimentos no Velho Chico

O transporte de sedimentos no rio São Francisco é tema de alta importância, também pelo seu efeito na foz. Um instigante artigo científico mostra que a carga de sedimento no RSF é originada nas seguintes proporções em suas regiões: 42,2% no alto; 51,4% no médio ; 5,7% no submédio e 0,7% no baixo. (Fonte: Autores Paulo Ricardo Petter Medeiros, Geórgenes Hilário, Edmara Melo, Nilva Brandini. International Journal of Hydrology. Vol 2. Issue 2. 2018)

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