Meio Ambiente, Mundo

O mar de Aral

O mar de Aral é alimentado pelos rios Amu Darya e Syr Daya, cujas áreas estão espalhadas pelos países Afghanistan, Kazakhstan, Kyrgyz Republic, Tajikistan, Turkmenistan, and Uzbekistan. O excesso de consumo hídrico e uma gestão incapaz levaram a uma situação onde o mar ocupa apenas 10% do seu tamanho original. (Fonte: Sadoff, Claudia W., Edoardo Borgomeo, and Dominick de Waal. 2017. Turbulent Waters: Pursuing Water Security in Fragile Contexts. Washington, DC, World Bank).aral

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Mundo, Recursos Hídricos

Volume de Água por Pessoa

O volume de água armazenado por pessoa, na escala global, está decrescendo. Isso não é bom: a crise hídrica mundial também deve ser enfrentada pelo lado da oferta. (Fonte: 2017. Uncharted Waters: The New Economics of Water Scarcity and Variability. Washington, DC: World Bank)

Mundo

Perdas na Rede de Distribuição – Japão

A cidade de Fukuoka(Japão) exibe perdas de água na rede de distribuição de apenas 2%. O texto deixa claro que este índice de perdas refere-se exclusivamente a perdas físicas, não se tratando de perdas comerciais como inadimplência, adulteração, imprecisão do hidrômetro, etc. (Fonte: Resilient water supply and sanitation services. The case of Japan. World Bank. 2018. Página 34).

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Energia, Mundo, Recursos Hídricos

Disponibilidade de Água e Energia e a Economia da China

A disponibilidade de água e energia é fundamental para o desenvolvimento da economia da China. As demandas hídricas para a agricultura e indústria são expressivas. O crescimento do consumo de água para resfriar os equipamentos de geração de energia duplicou na última década. Fonte. World Bank. 2018. “Thirsty Energy: Modeling the Water-Energy Nexus in China.“ World Bank, Washington, DC

Inovação, Mundo

MIT: Prêmio Anual de Inovação no Setor de Recursos Hídricos (2018)

Na noite de hoje presenciei o prêmio anual da inovação no setor de recursos hídricos promovido pelo MIT(Massachusets Institute of Technology), ocorrido na cidade de Cambridge, vizinha à cidade de Boston(EUA). Havia 7 finalistas. O vencedor foi um teste para E. Coli que custa US $ 2,99 e cujo processo dura 1 hora. O segundo colocado foi um processo de capturar água do ar por meio de tecnologia solar, capaz de gerar 10 litros por dia, a um custo de US $ 0,05 por litro. O terceiro colocado foi um sistema de sensores conectados, com alarmes, para monitorar as condições de oxigênio nas fazendas de criação de camarão, cuja taxa de insucesso da fase da larva até o ponto comercial é de 40%.
O evento foi aberto com uma curta apresentação da CEO da XPV Water Partners, que apontou : 1) a introdução dos conceitos da indústria 4.0 no setor de recursos hídricos como as mais promissoras ações para a adoção das inovações em um setor considerado um tanto defasado nas tecnologias e 2) o reúso da água como um imperativo, tanto na escala da residência, como na agricultura e na indústria.

 

 

 

Inovação, Mundo

Minha Visita ao Columbia Water Center

Na manhã de hoje tratei com a colega Laurilene Josset (pesquisadora do Columbia Water Center) sobre a gestão da crise da água no rio São Francisco. Ela estava interessada em conhecer a dinâmica das reuniões coordenadas pela ANA, onde participo assessorando o CBHSF. Na sequência, tive o prazer de encontrar o Diretor do Columbia Water Center, professor Upmanu Lall. Tratamos das crises hídricas, tendo o professor mostrado amplo e atual conhecimento de várias situações de conflito pelo uso da água no Brasil. Como o professor tem estudado longamente a relação do setor de água com a indústria, ofereci-lhe o livro que escrevi (Solução de conflitos pelo uso da água) e mostrei-o a versão e-book em inglês do mesmo. As duas obras foram resultado de cooperação científica com a ArcelorMittal Tubarão. Foi uma manhã muita prazerosa, de muito aprendizado e amplas possibilidades para cooperações com a Columbia University. Para completar o dia, o colega Ketson Roberto mostrou-me o belo Campus da Universidade, além daquela parte da cidade de Nova York.

História, Mundo

A Barragem Aswan no MMA em NYC

Nos anos de 1960, foi construída a barragem Aswan no leito do rio Nilo formando o lago Nasser. A região continha preciosidades da história que ficariam submersas. O Templo Dendur foi removido do local e foi dado de presente pelo Governo do Egito ao Governo dos EUA. Este magnífico templo concluído antes de Cristo hoje impressiona os visitantes do Museum Metropolitan of Art, na cidade de Nova York.

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